Como aumentar o revenue no seu hotel: para além dos quartos ocupados

9 Settembre 2026 · 6 min read
Tourismee.com
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Comecemos com uma verdade incómoda: um hotel pode trabalhar a 90% de ocupação e ainda assim deixar dinheiro em cima da mesa. Porque o revenue não vive só no quarto — vive no upgrade que ninguém ofereceu no check-in, no jantar reservado duas ruas mais abaixo, no regresso que chega por uma OTA a 18% de comissão.

Aumentar o revenue num hotel significa trabalhar em duas frentes. O preço do quarto — ADR, RevPAR: essa conta sabe fazê-la, e pertence ao revenue management. E tudo o que rodeia o quarto e que poucos medem — o TRevPAR, a receita total por quarto disponível: pequenos-almoços, spa, estacionamento, experiências, o território. Nesta segunda frente, a maioria dos hotéis ainda não tem um sistema.

Aqui estão as alavancas, uma a uma — e como uma app de marca como o Horizon as põe em fila.

Alavanca 1 — Reservas diretas: a receita que fica inteira

Cada reserva que chega pela sua app em vez de uma OTA poupa os 15-25% de comissão e mantém a relação com o hóspede nas suas mãos. O Horizon instala-se no telefone do hóspede diretamente do browser, com um toque, sem lojas: o seu nome, o seu logótipo, as suas cores. É a casa natural da reserva de regresso — e o mini-site com SEO automático interceta quem o procura no Google.

Alavanca 2 — Upselling: o upgrade que ninguém ofereceu

Upgrade do quarto, late checkout, early check-in, berço, transfer, cesto de boas-vindas: a procura existe, mas na receção torna-se uma pergunta feita uma vez só, com constrangimento. Na sua app cada serviço é um conteúdo com um badge (PromoHotNovo) e uma call-to-action com o seu preço: um catálogo no bolso de cada hóspede, reservável com um toque, antes da chegada e durante a estadia — exatamente quando a propensão a gastar é máxima.

Alavanca 3 — Tudo o que não é o quarto

Pequeno-almoço, restaurante, bar, spa, garagem, tours: na maioria dos hotéis estas receitas vivem de folhetos e passa-palavra. Na sua app vivem como conteúdos que vendem — preços, badges, botões. O hóspede que nunca ligaria à receção para perguntar reserva do sofá do lobby. O TRevPAR começa onde o quarto termina.

Alavanca 4 — O território paga-lhe: afiliação a 100%

Os seus hóspedes gastam de qualquer forma — restaurantes, transfers, tours, bilhetes — só que noutro sítio. Inscreva-se nos programas de afiliação que preferir (Booking, Viator, GetYourGuide e muitos outros), adicione os seus links na configuração, e cada reserva gerada pelas suas recomendações paga comissões diretamente das plataformas a si. O Tourismee retém 0%: o modelo é uma subscrição de software, não um corte nos seus ganhos.

Alavanca 5 — Conteúdo que vende (e se deixa encontrar)

O Horizon Studio é um editor a sério: guias, itinerários, artigos com imagens em destaque, rascunhos, publicação imediata, views, likes e botão de partilha em cada post. O conteúdo é o contexto onde o upselling acontece — o guia do mercado de fim de semana, o itinerário que termina na sua spa, o post com o badge Promo. Cada um traz call-to-actions com os seus links e os seus preços.

Alavanca 6 — Hóspedes que voltam: a reserva mais barata que existe

Um hóspede que volta não custa comissão, nem publicidade, nem aquisição. Depois do checkout a app fica no telefone dele: as suas ofertas, as suas novidades, o seu território continuam a falar-lhe. Quando pensa na sua cidade, abre a sua app — não um marketplace.

Alavanca 7 — Um concierge IA que recomenda 24/7

concierge IA integrado (Beta) responde às perguntas dos seus hóspedes e pode recomendar os seus serviços e experiências no chat, a qualquer hora, na língua deles. «A que horas fecha a spa?», «Reserva-me uma mesa para dois?»: resposta imediata, enquanto a receção está ocupada. E pode dar-lhe um nome e uma personalidade sua, totalmente white label.

Uma nota honesta

Nada disto substitui o seu revenue management nem a sua estratégia de paridade tarifária — o pricing é o seu ofício. O que a app acrescenta é a camada direta: o canal onde o upselling, as receitas complementares e as reservas de regresso se acumulam sob a sua marca, sem intermediários. E como qualquer alavanca, funciona se a acionar: publique, recomende, mantenha a app viva. Uma app sem conteúdos é uma loja com as luzes apagadas.

Como começar em poucos minutos

  1. Crie a sua conta e abra o Horizon Studio.
  2. Configure a app: nome, logótipo, cores, subdomínio.
  3. Adicione os seus links de afiliação na configuração.
  4. Publique os seus serviços — upgrades, F&B, spa, experiências — com badges e call-to-actions.
  5. Partilhe o link: os hóspedes instalam a app diretamente do browser, em qualquer dispositivo.

Online em cerca de 30 minutos — e pode vê-la primeiro na demo ao vivo: https://demo.tourismee.com.

Mini FAQ

Tenho de renunciar às OTAs?
Não. Continuam a trazer hóspedes novos. A sua app transforma cada estadia numa relação direta — assim a próxima reserva, e cada upsell à volta, fica sua.

O Tourismee retém uma percentagem do upselling ou das comissões de afiliação?
Não. A receita do upselling vai diretamente para si, e as comissões de afiliação são pagas pelas plataformas diretamente a si: o Tourismee retém 0%. O modelo é uma subscrição de software.

Preciso de conhecimentos técnicos?
Não. Se sabe usar a extranet de um motor de reservas, sabe usar o Horizon Studio. Online em cerca de 30 minutos.

Como sei se está a funcionar?
Veja os números que contam: views dos conteúdos, cliques nas call-to-actions, upsells reservados, reservas diretas e comissões de afiliação. Dados reais — seus.

Em síntese

A ocupação enche o hotel; o revenue constrói-se à volta — reservas diretas, upselling, F&B, território, hóspedes que voltam, IA que recomenda. Sete alavancas, uma app, a sua marca.

Comece agora — o seu hotel, a sua app, o seu revenue.